A idéia é falar de um disco que considero fundamental, mas esta é uma lista muito particular tendo como objetivo apenas ajudar os iniciantes a se orientar em suas buscas e aqueles que já conheçam os álbuns em questão a criticarem minhas escolhas, comentando, pois isso é extremamente importante para saber se a idéia é boa. Também terei convidados que dividirão suas preferências e compartilharão suas listas de discos indispensáveis e absolutamente fundamentais! E se você também tem a sua lista de discos fundamentais comentados mande pra mim no email (marciatunes@gmail.com), vamos compartilhar experiência!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Atlantis - It's getting better (1973) Atualizado em 28/10/2014


O meu álbum preferido do Atlantis é este...ADORO! Ele é perfeito, tem pitadas de funk, psicodelismo, progressivo. Um disco Fundamental, mesmo sendo de uma banda pouco conhecida no Brasil e não estando em nenhuma lista de discoteca básica que já tenha tido acesso pra mim é um disco fundamental! Se hoje você me perguntar qual o disco que eu colocaria na mochila, este seria o primeiro que entraria na viagem!
Já publiquei este disco no Contramão em 2008 acho que o link de lá ainda esta valido, mas mesmo assim resolvi fazer o up em outro local e publiquei no KrautrockManiac hoje mais cedo. Se existe um disco para ouvir sempre este é o disco, este é o motivo do álbum estar em três dos meus blogs.
Novo Link

1. It's Getting Better
2. Drifting Winds
3. Days Of Giving
4. Changed It All
5. Fighter Of Truth
6. Woman's Sorrow
7. A Simple Song

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Deep Purple - Machine Head 1972

O ano: 1972. Março. Eu com quase 14 anos ouço pela primeira vez o recém lançado "Machine head", do Deep Purple. Já tinha outros discos do grupo, afinal, esse era o sexto disco da banda, mas foi o que me fez realmente prestar atenção ao som do grupo. Por isso, o "Disco Fundamental" de hoje é "Machine Head", o clássico do Deep Purple, totalmente atemporal. Se o disco saísse do forno hoje, seria tão impressionante quanto a 41 anos atrás. Mas se pensarmos em tempo foi um disco marcante, pela intensidade musical, um álbum pungente, pulsante, vibrante, visceral e dançante - tudo junto ao mesmo tempo. 
Claro que como todas as boas bandas esse não é o único disco fundamental do Deep Purple, mas isso é uma outra história. "Machine head" é o sexto álbum de estúdio da banda britânica de rock Deep Purple. Foi gravado no Grand Hotel de Montreux, na Suíça, em dezembro de 1971, no estúdio móvel dos Rolling Stones, e foi lançado em março de 1972 nos Estados Unidos pela Warner Bros. Records.
Gravações originais em condições extraordinárias
As condições nas quais as gravações originais foram feitas são um tanto extraordinárias. Após contratar o equipamento do Rolling Stones Mobile One, estúdio móvel dos Rolling Stones, a banda gravou todas as faixas em instalações de um hotel de Montreux, sem overdubs. A letra de "Smoke on the water" menciona o fato, e a citação "Frank Zappa and the mothers" se refere ao show de Zappa num cassino vizinho, que se incendiou alguns dias antes do início das sessões de gravação do Machine Head.
A canção "When a blind man cries" também foi gravada durante essas sessões, porém não foi incluída no álbum, e acabou sendo usada como lado B do single "Never before". A canção apareceu como faixa-bônus na edição especial de 25 anos do álbum.
Álbum duplo ao vivo
A turnê de promoção do "Machine head" incluiu uma viagem ao Japão, que seria registrada e lançada posteriormente como o álbum duplo ao vivo "Made in Japan".
O álbum é frequentemente citado como um dos mais influentes no desenvolvimento do heavy metal como gênero musical, e é uma das gravações mais bem-sucedidas da banda, liderando as paradas de sucesso em diversos países depois de seu lançamento. Em 2001 a revista "Q" o classificou como um dos "50 álbuns mais pesados de todos os tempos".

Link nos comentários

domingo, 27 de janeiro de 2013

Stephen Stills - same 1970 (USA, Folk-Rock, Pop-Rock)(New Link)


O primeiro álbum solo do cantor, multinstrumentista e compositor Stephen Stills conhecido por seu trabalho com as bandas Buffalo Springfield e Crosby, Stills, Nash & Young, lançado em 1970. Considerado por uma revista especializada com um dos 100 maiores guitarristas da história do rock. O álbum que leva o nome do autor conta com uma série de músicos bem conhecidos, como por exemplo, David Crosby e Graham Nash, nos vocais. Ringo Starr na bateria em duas faixas sob o pseudônimo de "Richie". O álbum é o único da história a contar com dois dos maiores gênios da guitarra, que tal Eric Clapton e Jimi Hendrix em participações especiais. Mas Hendrix morreu antes do lançamento e Stills dedicou o álbum a "James Marshall Hendrix." O disco veio mostrar aos críticos que ele era tão talentoso quanto os companheiros Davi Crosby, Graham Nash e Neil Young.  Stephen Stills provou que era capaz de fazer outras belas canções além de “For What It's Worth” hino da contracultura que fez quando estava no Buffalo Springfield. Segundo Neil Young “Ele é um gênio musical”. No álbum têm um pouco de tudo, blues, folk e baladinhas deliciosas, é mais um disco fundamental!

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A Hard Day's Night (Beatles)


Começando com um disco fundamental que foi um dos meus primeiros LPs, antes dos LPs comprava muitos compactos com os hits dos artistas que gostava como, por exemplo, The Mama’s and the Papa’s, Jimi Hendrix, Bob Dylan, Johnny Rivers, entre outros que fizeram parte da minha grande coleção de compactos, ainda bem criança acompanhada por meus pais comprei, na Sears uma loja de departamentos que havia na paria de Botafogo no Rio de Janeiro, o disco “A Hard Day's Nightlançado no Brasil com o nome de os “Os Reis do Ié, Ié, Ié” trilha do filme homônimo dos Beatles. Não significa que este seja pra mim o melhor disco dos Beatles, mas é um disco fundamental!